12/03/2018
Vigiados
Paulo ficou dois anos sob forte vigilância, mas não se intimidou; Cristo era anunciado a todos que iam visitá-lo
Redação CPIMW

Os olhos do Senhor estão em toda parte, observando atentamente os maus e os bons (Pv 15.3)

Leitura: Atos 28.11-16; 30-31


Em quase todo lugar aonde vamos, há câmeras registrando o que fazemos. A maioria das pessoas não se incomoda mais com elas, pois estão ali também para nossa segurança. Quem participa de um reality show sabe que será filmado a todo tempo e lugar — e muitos buscam isso! Na época do texto de hoje não existia este tipo de programa de televisão, nem câmeras de segurança. Paulo não estava em uma prisão, mas também não era livre, pois um soldado o vigiava. Não havia segredos, nem muita privacidade.

Como você se sente quando está numa agência bancária, por exemplo, e o guarda o observa fixamente? Você fica à vontade ou deseja sair dali o mais rapidamente possível? Podemos ficar intimidados se estamos sendo monitorados, analisados — ainda mais se for pessoas armadas! E como é desesperador quando alguém parece nos seguir na rua… Pois bem, ao que parece nenhum destes sentimentos afetou Paulo. Por dois anos ele viveu aquela situação de vigilância constante. Isso não o impediu de cumprir a missão que Deus havia lhe dado: falar sobre Jesus. Pessoas vinham visitá-lo para compreender sua fé e ele aproveitou todas as oportunidades para proclamar o evangelho de Cristo.

Sua coragem é exemplo para os cristãos hoje também. Quantas vezes estes deixam de falar sobre o amor de Jesus porque alguém os intimida de alguma forma? Eles são observados e analisados por aqueles que não creem em Deus. Se questionarem “o que fulano vai pensar”, podem deixar de corrigir, alertar ou dar um conselho por medo da reação do outro. Porém, quem vive com Deus deve deixar de se incomodar com o olhar alheio e preocupar-se apenas em agradar àquele que tudo vê. Além disso, buscar ter uma vida exemplar, para que aqueles que os observam ou intimidam busquem o Deus que transformou suas vidas. Que ele dê coragem aos seus filhos!

Vanessa Weiler Ribas, extraído do livro “Devocional Wesleyano”

 

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